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JUBA
Geração Limpa
Data:14/11/2017 - Hora:09h27

Semana passada nosso editor que literalmente é um homem de três instrumentos, advogado, jornalista e musico, abordou um tema anual e atual, a questão da lista de material escolar e além dela como virtual abuso de algumas escolas, outros como adendos as anuidades, as tais taxas de reserva também conhecidas como matrículas e rematriculas. Não sou técnica em direitos do consumidor, mas em educação, posso falar de cátedra, pois fui aluna dos anos 80, a década dourada, quando digamos, houve a transição para a educação de massas, onde o consumo começava a ser mais fácil, mas ainda era espartano e quem mandava eram, definitivamente, os pais e os professores. Nos anos 80 depois das férias, o primeiro dia de aulas tinha já sabor de festa, a gente estreava roupas novas, a bolsa de franjas, tinha que durar pelo menos quatro anos, o estojo pelo menos um ano letivo inteiro e só havia margem para comprar cadernos, lápis e borrachas quando estes se gastavam. Não havia birras nem invejas do colega do lado, até porque a escolha não era muita e quase todos tínhamos coisas iguais. Os alunos da escola pública e particular, usavam muito... Com Licença: Pois não:  Muito Obrigado; Senhora; Senhor, A Bênção Pai, a Bênção Mãe; e muitas outras coisas de orgulhar a sociedade. O Oposto da atual década, quando os alunos da escola pública ou particular, usam muito o tamo aí cara, fica na tua, falô mano, cai fora meu, aí véio, aí véia e assim por diante. Eu e minhas coleguinhas, a gente ia e vinha a pé para a escola; sem paranóias securitárias e ou ameaças de pedófilos em cada esquina; comprava bolos com creme na padaria do caminho; passava o tempo livre na rua, corria para todo o lado, pendurava em árvores; tocava a campainha do vizinho e se escondia atrás do muro; traquinagens de crianças e adolescentes sem nenhuma conseqüência. E saia de casa com aquele aviso: ai de ti que a professora me venha fazer uma queixa. Depois da escola, ao fim da tarde, havia desenhos na televisão. Primeiro era preto e branco, depois passou a ser a cores e no radinho do pai, a gente ouvia e curtia Menino do Rio, da Baby Consuelo; Pro Dia Nascer Feliz, do Barão Vermelho;Você Não Soube Me Amar, da Banda Blitz; Ursinho Blau-Blau, da Banda Absintho, Planeta Água, do Guilherme Arantes e no embalo das Emoções do Rei Roberto Carlos no toca-fitas do carro do pai, enfim, uma era inesquecível, cujo reflexo de tudo tinha um tripé ultimamente desfeito. A educação se dividia no Lar, com nossos pais e irmãos, na Igreja com o encontro com Deus através do padre e na Escola, com os professores, formando a verdadeira Geração Limpa; esta, que nos últimos 30 anos luta para quiçá legar ao mundo em sucessão filial, pelo menos a metade do que nossos pais nos deixaram e assim, cumprir a nossa missão de vida, algo não tão fácil, mas possível, com Deus. ***___Rosane Michelis – jornalista e colunista do Correio Cacerense. 




fonte: Rosane Michelis



JBA AREEIRA
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Celebrou em grande estilo a maioridade a linda Gabi Fornanciari que na oportunidade recebeu os familiares e amigos. Que esse novo ano venha recheado de conquistas, saúde e muitas felicidades são os votos da família do JCC.  Com  atraso mas em tempo de desejar felicidades ao professor Elvis Sacramento, que na oportunidade recebeu o carinho dos alunos do Q.I Centro Educacional, dos amigos e familiares. Que essa data se repita por muitos anos são os nossos mais sinceros votos. Feliz Niver! Na city curtindo merecidas férias Erni Pinheiro Saravy, que aproveita os dias de folga para rever familiares e amigos, além é claro de apreciar as belezas da Princesinha.  Desejamos ótima estada e bom descanso.
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