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Domingo, 19 de Novembro de 2017
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JUBA
Geração Limpa
Data:14/11/2017 - Hora:09h27

Semana passada nosso editor que literalmente é um homem de três instrumentos, advogado, jornalista e musico, abordou um tema anual e atual, a questão da lista de material escolar e além dela como virtual abuso de algumas escolas, outros como adendos as anuidades, as tais taxas de reserva também conhecidas como matrículas e rematriculas. Não sou técnica em direitos do consumidor, mas em educação, posso falar de cátedra, pois fui aluna dos anos 80, a década dourada, quando digamos, houve a transição para a educação de massas, onde o consumo começava a ser mais fácil, mas ainda era espartano e quem mandava eram, definitivamente, os pais e os professores. Nos anos 80 depois das férias, o primeiro dia de aulas tinha já sabor de festa, a gente estreava roupas novas, a bolsa de franjas, tinha que durar pelo menos quatro anos, o estojo pelo menos um ano letivo inteiro e só havia margem para comprar cadernos, lápis e borrachas quando estes se gastavam. Não havia birras nem invejas do colega do lado, até porque a escolha não era muita e quase todos tínhamos coisas iguais. Os alunos da escola pública e particular, usavam muito... Com Licença: Pois não:  Muito Obrigado; Senhora; Senhor, A Bênção Pai, a Bênção Mãe; e muitas outras coisas de orgulhar a sociedade. O Oposto da atual década, quando os alunos da escola pública ou particular, usam muito o tamo aí cara, fica na tua, falô mano, cai fora meu, aí véio, aí véia e assim por diante. Eu e minhas coleguinhas, a gente ia e vinha a pé para a escola; sem paranóias securitárias e ou ameaças de pedófilos em cada esquina; comprava bolos com creme na padaria do caminho; passava o tempo livre na rua, corria para todo o lado, pendurava em árvores; tocava a campainha do vizinho e se escondia atrás do muro; traquinagens de crianças e adolescentes sem nenhuma conseqüência. E saia de casa com aquele aviso: ai de ti que a professora me venha fazer uma queixa. Depois da escola, ao fim da tarde, havia desenhos na televisão. Primeiro era preto e branco, depois passou a ser a cores e no radinho do pai, a gente ouvia e curtia Menino do Rio, da Baby Consuelo; Pro Dia Nascer Feliz, do Barão Vermelho;Você Não Soube Me Amar, da Banda Blitz; Ursinho Blau-Blau, da Banda Absintho, Planeta Água, do Guilherme Arantes e no embalo das Emoções do Rei Roberto Carlos no toca-fitas do carro do pai, enfim, uma era inesquecível, cujo reflexo de tudo tinha um tripé ultimamente desfeito. A educação se dividia no Lar, com nossos pais e irmãos, na Igreja com o encontro com Deus através do padre e na Escola, com os professores, formando a verdadeira Geração Limpa; esta, que nos últimos 30 anos luta para quiçá legar ao mundo em sucessão filial, pelo menos a metade do que nossos pais nos deixaram e assim, cumprir a nossa missão de vida, algo não tão fácil, mas possível, com Deus. ***___Rosane Michelis – jornalista e colunista do Correio Cacerense. 




fonte: Rosane Michelis



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 Trabalhando na nova coleção para exposição 2018 na Austrália, o artista plástico Sebastião Mendes. A exposição acontecerá em Sidney com a curadoria da marchand Sandra Setti. Talento sabemos que tem de sobra, só nos resta desejar muito mais sucessos.    O click de hoje vai para a gatinha Eloah Valentina, que encanta com seu jeitinho sapeca de ser. Beijinhos!!! Em festa ontem Joaquim Sodré marcou mais um golaço no placar da vida e recebeu o carinho especial dos amigos e familiares. Que Deus lhe conceda um ano de realizações e muita saúde.  Parabéns pra você!
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